O presidente do Porto do Recife, Paulo Nery, apresentou nesta segunda-feira uma visão otimista e estratégica para o futuro do terminal, destacando que o complexo vive uma fase de reposicionamento competitivo baseada em novos investimentos estruturais.
A fala ocorreu durante o Encontro Indústria Porto, etapa Recife, onde o gestor reforçou que o porto vem ampliando sua capacidade operacional e modernizando áreas essenciais para atender às novas demandas do setor logístico.
Segundo Nery, a prioridade é garantir um porto mais eficiente, seguro e preparado para atrair novas cargas e operações de maior valor agregado. Ele ressaltou que a gestão vem trabalhando em frentes como modernização de berços, reforço estrutural das áreas de atracação, otimização do sistema de armazenagem e revitalização de acessos internos.
Embora não tenha detalhado valores, o presidente afirmou que os investimentos estão alinhados com um plano contínuo de melhoria pensado para os próximos anos.
Outro ponto destacado foi a necessidade de o Porto do Recife se integrar de forma ainda mais efetiva à cadeia logística regional.
Nery lembrou que Pernambuco vive um momento de expansão e diversificação econômica, e que a infraestrutura portuária precisa acompanhar esse ritmo para garantir competitividade às indústrias instaladas no estado. Ele também ressaltou que as ações de modernização permitem ampliar os níveis de confiabilidade e reduzir gargalos operacionais.
Durante sua fala, o presidente reforçou o compromisso de tornar o Porto do Recife uma plataforma logística cada vez mais conectada, sustentável e orientada à eficiência.
Ele afirmou que o porto está estruturando novos projetos para aumentar a produtividade operacional, atrair parcerias privadas e assegurar maior previsibilidade às operações, beneficiando diretamente os usuários do sistema portuário e o ambiente de negócios de Pernambuco.
Nery concluiu destacando que o conjunto de investimentos em curso representa um passo decisivo para que o Porto do Recife fortaleça seu posicionamento estratégico na região Nordeste, ampliando sua participação no escoamento de cargas e contribuindo de forma mais robusta para o desenvolvimento econômico local.